15 de setembro de 2010

SONHO BRANQUINHO

o silêncio
ouve meu canto
sem platéia.
Alinhavo
meus retalhos
enquanto o sol
lá fora
me promete
amanhãs
melhores.
Vago nas nuvens,
me perco em sonhos.
A agulha trôpega
faz seu estrago.
O sangue
manchou o tecido
mas o sonho continuou
tão branquinho...

Um comentário:

Joseane Peres disse...

Muito bom, parabéns!